Nossa História

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       O Festival Internacional de Teatro de Campinas  Feverestival é um dos maiores eventos teatrais do interior do Estado de São Paulo. Criado em 2003, foi organizado inicialmente por artistas independentes e coletivos teatrais locais, surgindo como resultado da demanda artística e da efervescência cultural do mês de Fevereiro no distrito de Barão Geraldo, na cidade de Campinas/SP. 

         A mostra visava, inicialmente, o compartilhamento de pesquisas entre artistas da região e artistas vindos de outras partes do Brasil e do mundo, que se encontravam em Barão Geraldo para participar das oficinas teatrais de cias e coletivos teatrais situados no distrito. A programação acontecia após as atividades nas sedes dos grupos, e era estendida durante as madrugadas, terminando em estabelecimentos locais, como bares e restaurantes, que mais tarde também se tornaram parte da programação oficial do festival, os Pontos de Encontro.

          Para acompanhar a programação, artistas e público se moviam a pé (devido à proximidade dos espaços no território), levando as arquibancadas de um espaço de apresentação a outro. Quem olhava toda essa gente de fora dizia que o movimento era como o das formigas,

“Feito de sonho e suor e muitas mãos pra poder
levantar a ideia e a coragem de andar junto…”  

(Dudu Ferraz)

que se locomovem e trabalham juntas. Daí a imagem do formigueiro, hoje indissociável do nome Feverestival. 

    Aos poucos, o Festival foi alçando novos voos, expandindo sua relação com o território de Campinas e a população da cidade. Além de sua relevância e impacto na arte do interior paulista - ao dar visibilidade às diversas linguagens artísticas, descentralizar ações culturais, promover atividades com acessibilidade e representatividade - o festival tem um expressivo impacto econômico, ao gerar empregos para diversos artistas e trabalhadores da cultura.

       Em sua trajetória, trouxe mais de 200 apresentações inéditas para a cidade, fomentando obras de todas as cinco macrorregiões do Brasil e de diversos países, como Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel, Burkina Faso e México, além de promover atividades e práticas que visam a formação profissional de jovens estudantes no campo da produção cultural.

Histórico das Edições

2021

Quantidade de dias:
Diversas atividades produzidas ao longo do ano

Espaços ocupados:

Mídias Digitais, salas de reunião online, Sesc Campinas, Teatro Municipal Castro Mendes e Centro Cultural Casarão, GOMA Arte e Cultura

Financiamento:

Lei Aldir Blanc

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2021 é o ano da estruturação e organização do histórico do Feverestival. Neste ano, o trabalho é direcionado aos arquivos de histórico (reorganização de dados, fontes, linha da vida do evento), aos projetos de longo prazo (continuidade do Festival) e às ações pedagógicas, que pela primeira vez ocorreram em formato online e fora do mês de Fevereiro. Também, pela primeira vez, o Núcleo Feverestival é remunerado ao longo de todo o ano para o trabalho de gestão do Festival.

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2020

15º Edição -  Futuros Desejáveis

Quantidade de dias:
9 dias (7 dias de programação com espetáculos e

2 dias anteriores à abertura, com residência artística)

Espaços ocupados:
Teatro Municipal "José de Castro Mendes", SESI Campinas, Centro Cultural Casarão, Casa de Cultura Tainã, Catedral Metropolitana de Campinas; Centro de Campinas, Escola Estadual Professor Milton de Tolosa, SESC Campinas,  Útero de Vênus, Praça Bento Quirino e Ponto de Cultura Terraço Garatuja;

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Chegando à sua 15° edição, o Feverestival reafirma seu presente, revisitando o passado e projetando o futuro: o que queremos construir a partir daqui? O que desejamos reinventar? Qual projeto de mundo estamos buscando? Quais são os nossos Futuros Desejáveis? Nesse trajeto, que nos provoca em meio às nossas contradições, procuramos abrir frestas para respiros, afetos, festividades, e olhares atentos que nos permitam enxergar novas possibilidades. Se, por um lado, o presente pode aludir ao passado, não entregaremos nosso futuro! Esta edição assume como ponto de atenção a profissionalização da equipe e o fortalecimento dos caminhos profissionais dos grupos e artistas. Ao todo, são sessenta e uma pessoas na equipe do Feverestival e sessenta artistas presentes - contando com atores e atrizes, produção e técnica - todos remunerados pelos seus trabalhos.

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Não houve edição do Feverestival 

2019

2018

14º Edição - Território do Encontro

Quantidade de dias:
9 dias

Espaços ocupados:

Casa de Cultura Fazenda Roseira, Casa de Cultura Tainã, Castro Mendes e Coreto, Centro Cultural Casarão, Cis Guanabara, CPFL Cultura, Livraria Pontes, Lume Teatro, Maloca Arte e Cultura, Museu da Imagem e do Som (MIS) Campinas, Paviartes, Sala dos Toninhos, Camelódramo, Largo do Rosário, Praça Bento Quirino, Praça do Coco, TAO (Teatro de Arte e Ofício) e SESC Campinas.

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Estimulado a debater o território do encontro, o 14º Feverestival busca provocar o próprio ato de estar junto. Em tempos de censura devemos pensar em quem, não apenas no que está sendo censurado. Quem tem medo de corpos desnudos? Corpos trans. Corpos negros. Corpos indígenas. Corpos com deficiência. Corpos desviados. Subversivos? Corpos libertos ou em libertação. Quem teme a nossa emancipação? Nesta edição, a cidade é movimentada com mais de sessenta atividades que ocupam territórios diversos, desde teatros e salas de espetáculo a praças, museus, livrarias e pontos de cultura com histórico de luta e resistência para a manutenção da memória e fazer artístico local.

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2017

13º Edição - Encontros em Cantos

Quantidade de dias:
17 dias

Espaços ocupados:

Barracão Teatro; Teatro Municipal José de Castro Mendes; Coreto do Teatro Castro Mendes; Centro Cultural Casarão; Espaço Núcleo Cupinzeiro; Museu da Imagem e do Som (MIS) Campinas; Sesc Campinas; Cis Guanabara; Largo do Pará; Praça Carlos Gomes; Praça do Coco; Praça Durval Pattaro; Praça José Bonifácio (Catedral); Pedreira do Chapadão; Praça Ulisses Guimarães, Terminal Central; LUME teatro; SIM! Cultura; Paviartes - Unicamp; Unicamp - Auditório do IA (Instituto de Artes).

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Provocados pela questão “que cidade queremos para nós?”, em 2017, ocorre a 13º edição com quarenta e duas ações, observando os cantos de Campinas e gestando no cotidiano de uma grande cidade novos espaços de diálogo entre a arte e o festejar. A programação conta com oito espetáculos adultos; três espetáculos infantis e sete espetáculos de rua; três atividades formativas; intervenção literária e pontos de encontro todas as noites com a participação de  grupos de diversas regiões do Brasil, da Argentina e do México. Foi realizada também a segunda edição do "FÓRUM DE FESTIVAIS DE TEATRO NO BRASIL - Modos de Existência e Resistência", contando com a presença de diversos diretores e diretoras de Festivais do país e da América Latina.

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2016

12º Edição - Amor como (RE)Existência

Quantidade de dias:
15 dias

Espaços ocupados:

Teatro Castro Mendes, Centro Cultural Casarão, Largo da Catedral, CIS Guanabara, Praça do Coco, SESC Campinas, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Rodoviária de Campinas, Estação Cultura, Terminal Central, Praça do Jockey - Largo do Carmo e Praça Carlos Gomes.

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Após um ano com financiamentos recebidos através de editais, o Feveres volta a contar apenas com a rede de parceiros (entre artistas, equipe e apoios) que foi construída em sua história. A partir da temática “Amor como (Re)existência”, dialoga sobre o amor, procurando, questionando e vivendo-o em resposta aos discursos de ódio, intolerância e cegueira raivosa. É com muito amor, poucos recursos, inúmeros esforços, tantas parcerias e apoios que a 12º edição do Feverestival acontece, fortalecida pela campanha de financiamento colaborativo, “Amar e Somar”.

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2015

11º Edição -  Cenários Compartilhados

Quantidade de dias:
15 dias

Espaços ocupados:

Praça do Coco, Concha Acústica Taquaral, SESC Campinas, Teatro Útero de Vênus, Centro Cultural Casarão, Barracão Teatro, LUME Teatro, Largo da Catedral, Cis Guanabara, Sala dos Toninhos - Estação Cultura, Terminal Barão Geraldo, Praça Castro Mendes, Teatro Municipal José de Castro Mendes,, Teatro Maria Monteiro, Centro de Referência da pessoa com deficiência - Vida Nova, Rosa dos Ventos, Praça da Paz e Largo do Rosário.

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Pela primeira vez o Feverestival é contemplado em editais – FICC Campinas e ProAC SP, o que possibilita o seu fortalecimento, a expansão de suas ações e dos territórios em que transita. Além da continuidade do trabalho desenvolvido nas edições anteriores, neste momento o festival tem a possibilidade de trabalhar com uma equipe de profissionais de outras áreas, além de promover cursos de produção e técnica com estudantes e pela primeira vez audiodescrição e Libras em três espetáculos de sua programação.

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2014

10º Edição - Relembranças do Feverestival

Quantidade de dias:
15 dias

Espaços ocupados:

SESC Campinas, Teatro Castro Mendes, Estação Guanabara, Auditório do IA-UNICAMP, Teatro Útero de Vênus, Praça Rui Barbosa, Praça da Paz -UNICAMP, Centro Cultural Casarão de Barão, Rosa dos Ventos - Morada das Artes, Aeroporto VIRACOPOS, Rodoviária de Campinas, Terminal Padre Anchieta, Terminal Ouro Verde, Terminal Central e Terminal Barão Geraldo.

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A décima edição marca o retorno, reforçando sua importância para o interior paulista e devolvendo ao público as apresentações de teatro, as discussões e oficinas, além de ocupar aproximadamente vinte lugares de Campinas. A edição 2014 rompe fronteiras, investe em formação de equipe multidisciplinar e segue sua vocação. Após dois anos de pausa, esse retorno é como uma invasão de muitas formigas que não abandonam o formigueiro, mas que se espalham cooperativamente em divisões de tarefas: operárias em busca de novos espaços, de novos públicos, de novos acontecimentos e reproduzindo/produzindo arte por diversos espaços da cidade.

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Não houve edição do Feverestival 

2013

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Não houve edição do Feverestival 

2012

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2011

9º Edição -  [Entre]

Quantidade de dias:
17 dias

Espaços ocupados:

Espaço Cultural Semente, SESC Campinas, Praça da Catedral de Campinas e Praça do Coco em Barão Geraldo.

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Em sua nona edição, o Feverestival experimenta uma nova versão denominada [ENTRE]: um formato reduzido, que garante a continuidade, crescimento e fortalecimento. Esse novo formato une forças em busca de novos parceiros e apoiadores para o grande evento em comemoração aos 10 anos do festival!

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2010

8º Edição -  Número oito. Infinito!

Quantidade de dias:
11 dias

Espaços ocupados:

Espaço Cultural Semente, Sesc Campinas, Praça da Catedral de Campinas, Salão Paroquial Santa Isabel, Espaço ZAP Artes Integradas e Lume Teatro

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A programação desta edição mostra a força e a importância da rede artística estabelecida para a continuidade e manutenção do Festival. A abertura é marcada pela apresentação do espetáculo colaborativo “Sonho de Ícaro”, com 75 artistas em cena, criado em comemoração aos 25 anos do Lume Teatro.

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2009

7º Edição

Quantidade de dias:
17 dias

Espaços ocupados:

Sesc Campinas, Espaço Cultural Semente, Rua do Bairro Padre Anchieta, Largo do Rosário e Praça da Vila São João.

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O Feverestival chega em sua sétima edição de maneira sólida, sem perder sua característica de um evento independente. Alcança novas estruturas, amplia seu público alvo, ganha espaço na mídia, recebe diversos espetáculos reconhecidos nacional e internacionalmente e coloca Campinas na rota dos festivais brasileiros.

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2008

6º Edição

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Quantidade de dias:
17 dias

Espaços ocupados:

Sesc Campinas, Espaço Cultural Semente, Estação Cultura, Espaço "Era uma vez" e  Catedral Municipal de Campinas

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Originário do distrito de Barão Geraldo, em Campinas, o Feverestival desterritorializa-se à medida em que torna nítida a importância não só dos grupos ali sediados e amplamente reconhecidos, como também do espaço de intercâmbio, da troca e da convivência com outras regiões da cidade. A organização do Festival passa a ser gerida pelo Núcleo Feverestival – formado por produtoras culturais que ao longo do ano anterior trabalharam para a edição de 2008.

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2007

5º Edição

Quantidade de dias:
15 dias

Espaços ocupados:

Espaço Cultural Semente, Barracão Teatro, Sesc Campinas

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Transitando pela órbita do encontro, o Feverestival revela sua potência de fomentar e divulgar os trabalhos de teatro realizados por grupos de pesquisa, tanto de coletivos já consolidados no mercado quanto de novos artistas da cena nacional. Permite-se o encontro desses trabalhos com um público amplo e passa a ser chamado de Festival Internacional de Teatro de Campinas.

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2006

4º Edição